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17 de jul. de 2012

Conheça os 10 erros fatais em uma entrevista de emprego


Consultores dizem o que pega mal na conversa com o entrevistador

sucesso de uma entrevista de emprego pode depender de alguns detalhes. Uns pequenos, outros nem tanto assim. Uma roupa mal escolhida, uma frase dita fora de hora... 
 Confira os dez erros fatais na entrevista de emprego!

Chegar atrasado
"Chegar atrasado numa entrevista, além de desorganização, demonstra que o candidato não está dando o devido valor à entrevista. A displicência com o horário mostra que você não priorizou tal compromisso em sua agenda. Além disso, fazer uma pessoa esperar é falta de respeito. Tempo é um recurso escasso, logo, deve ser bem aproveitado. Caso você, por algum motivo, atrase na entrevista, informe imediatamente o entrevistador. Verifique se é possível passar um candidato na sua frente, ou, se necessário, remarque a entrevista. Se você chegou no horário, mas tem compromisso para mais tarde o ideal é avisar o entrevistador de antemão. Não faça a entrevista na correria para não se sentir pressionado. Isso pode prejudicar seu desempenho."

Wander Mendes, professor e consultor na área de Gestão de Pessoas e Planejamento Estratégico da FGV-PR (Fundação Getúlio Vargas do Paraná).
Usar roupas informais demais
"Hoje em dia, os jovens são muito despojados. Na faculdade, não há nada de mal nisso. Agora, para a entrevista de emprego, não custa melhorar um pouco o visual. Isso não quer dizer que todo candidato a estágio ou jovem recém-formado deva vestir terno e gravata ou, no caso das meninas, tailer e scarpin. ? preciso saber escolher a roupa e adequar o vestuário a cada tipo de empresa. Uma agência de publicidade, por exemplo, permite um visual mais informal. Agora, se a entrevista é para uma instituição financeira, é óbvio que o candidato terá de seguir a regra básica: esporte fino. Lembre-se: o que deve prender a atenção do entrevistador é o seu conteúdo e não a 'embalagem', portanto, jamais vá para a entrevista de chinelo, regata, roupa decotada, barriga aparecendo, saia curta ou short."

Marisa Silva, consultora de Recursos Humanos da Career Center
Não saber nada sobre a empresa ou o setor
"? muito comum que os candidatos partam para a entrevista de emprego sem saber sobre a empresa em questão ou sobre o setor em que ela está inserida, quando na verdade, ele deveria estar munido do maior número de informações possível. Se a empresa de recrutamento não divulgar qual é a companhia que está em busca de candidatos, ela deverá, ao menos, informar sobre o setor. Tem mais chance de sucesso o candidato que sabe se posicionar na entrevista porque domina o assunto trabalho, em detrimento daquele que não se deu ao trabalho de pesquisar mais sobre a empresa em questão. Sempre repito isso para meus alunos: informação nunca é demais."
Jaqueline Mascarenhas, consultora de carreira do Ibmec Minas Gerais
Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido
"O discurso mais adequado para uma entrevista é aquele em que o candidato consegue ser objetivo, responder as perguntas do entrevistador, expor seu ponto de vista quando é convidado a fazer isso e perguntar, com tato, detalhes sobre a vaga. No meio do caminho, porém, é muito comum que os candidatos façam uso de gírias e regionalismos na hora de tirar suas dúvidas. O linguajar é um detalhe importante, dependendo das expressões utilizadas, o discurso demonstra certa imaturidade do candidato. O ideal é responder as perguntas com calma, ter tempo para pensar e expor suas idéias com tranqüilidade. Este, aliás, é outro problema grave de muitos discursos. Tem candidato que fica tão nervoso na hora da entrevista que dispara a falar e quando percebe já mudou de assunto e não respondeu a pergunta do entrevistador. Isso é muito ruim, já que o ritmo da entrevista é um fator importante."
Marco Túlio Rodrigues Costa, professor de Aspectos Comportamentais ?ticos de Gestão de Pessoas da FGV-BH (Fundação Getúlio Vargas de Belo Horizonte)
Mentir sobre suas qualificações
"Mentir na entrevista é o mesmo que dar corda para se enforcar. Inventar cursos, referências e pequenos sucessos colocam o candidato numa situação vulnerável porque, caso seja contratado, terá de sustentar essa inverdade por muito tempo. E como diz o ditado: mentira tem perna curta, hora ou outra seu deslize será descoberto. Aí o prejuízo será bem maior. Uma vez que seu superior descobrir que você não tem as habilidades destacadas na entrevista, perceberá que seu perfil não atende às necessidades da empresa, e mais, que errou ao apostar em sua seleção. Ao ser contratado, o indivíduo precisa ter claro que convenceu o recrutador de possuir determinadas competências. Ao mentir, não só estará provando que não as tem como atestará sua falta de caráter ao faltar com a verdade. Isso deixará o recrutador descontente duas vezes e poderá resultar em demissão comprometendo, inclusive, futuras recomendações."
Gustavo G. Boog, diretor da Boog Consultoria
Falar mal do emprego ou do chefe anterior
"Mesmo que esteja com raiva da empresa ou do chefe antigo, jamais fale mal deles na entrevista de emprego. Essa atitude é vista com maus olhos por 99,9% dos recrutadores. Na entrevista de emprego, o recrutador não está interessado em ficar por dentro de 'pendengas' cujas pessoas e razões ele simplesmente desconhece. Seu objetivo é investigar de que maneira seu perfil profissional e suas qualificações poderão ser úteis para a empresa. Caso você vá logo partindo para o discurso de que estava infeliz no emprego anterior porque seu chefe o perseguia, além de desviar o foco da entrevista, estará levantando questões que podem levar o recrutador a repensar sua contratação. Afinal, numa situação de conflito, é preciso avaliar a parcela de culpa de ambas as partes. Além disso, falar mal da empresa ou do antigo chefe revela uma postura antiética de sua parte, pois se tratam de segredos e detalhes de um negócio do qual você não faz mais parte. Mas, atenção: isso não quer dizer que você deva mentir, e sim, contornar a situação. Uma boa saída é dizer que saiu da empresa por estar em busca de novos desafios profissionais."
Maria Bernadete Pupo, gerente de Recursos Humanos da Unifeo e professora da FAC FITO
Disputar espaço com o entrevistador
"Para disfarçar o nervosismo, tem muita gente que acaba partindo para o ataque e disputando espaço com o recrutador durante a entrevista. Para driblar a insegurança, ele acaba querendo fazer pose de sabido a fim de triunfar sobre o recrutador. Isso tudo, porém, é muito mais que previsível para quem trabalha com Recursos Humanos. Aí, das duas uma: ou você perde a vaga porque o recrutador percebe sua insegurança por meio de uma postura imatura de quem está na defensiva, ou acaba sendo eliminado pela prepotência e o excesso de arrogância que esse comportamento demonstra. Por isso, não entre numa disputa direta com o recrutador. Espere, escute e, aí sim, faça suas considerações, sempre com humildade."
Mariá Giuliese, diretora-executiva da Lens Minarelli e especialista em análise e aconselhamento de carreira
Vangloriar-se de suas conquistas pessoais
"Na hora de 'vender seu peixe' ponha o ego de lado e não em primeiro lugar. O discurso não pode estar recheado de "eu fiz"; "eu consegui"; "eu conquistei"; e "eu realizei". Quando você coloca todas as conquistas em primeira pessoa pode soar presunçoso para o entrevistador. Até porque, na maior parte das empresas, os projetos e as realizações não são fruto do trabalho individual, mas sim, de uma equipe. Na hora de destacar seus feitos, procure valorizar sua participação em um projeto de sucesso implementado por uma equipe, e a partir disso, destaque como foi sua atuação para que ele fosse bem-sucedido. Lembre-se: egocentrismo não é uma característica admirada pelos contratantes. Para não cair nessa, vale treinar na frente do espelho. Olho no olho, com segurança no discurso. Um pouco de bom humor também ajuda. Existe uma tese que diz: quando você sorri, se desarma internamente e se torna mais receptivo."
Irene Ferreira Azevedo, professora de Liderança da BBS (Brazilian Business School)
Não perguntar nada durante a entrevista
"Não é porque você está fazendo uma entrevista que sua participação na conversa deve se limitar a responder o que o entrevistador pergunta. Por timidez ou insegurança, muita gente sai com dúvida da entrevista e isso é ruim. Caso o recrutador não mencione, é sua obrigação perguntar detalhes sobre a rotina de trabalho e benefícios. Porém, isso não significa que você deve incorporar o perguntador chato. Caso a explicação sobre a vaga não tenha sido suficiente para esclarecer suas dúvidas, pergunte com bastante delicadeza novamente: 'Desculpe-me, não ficou muito claro para mim'. Agora, se mesmo assim restarem dúvidas, deixe para outra ocasião. Perguntar sobre o salário não é uma coisa ruim, desde que você não se preocupe só em saber quanto será a remuneração. Procure se informar sobre outros detalhes para não mostrar que está interessado só no dinheiro."
Cristiane Cortez, consultora de carreira do IBTA Carreiras
Demonstrar desequilíbrio emocional
"Não é segredo para ninguém que o nervosismo pode atrapalhar, e muito, nos momentos decisivos. Na entrevista de emprego não poderia ser diferente. O candidato pode até ter o perfil ideal para a vaga, mas se deixar a tensão dominá-lo no momento em que precisa deixar claro suas qualificações, sua chance pode ir por água abaixo. O desequilíbrio emocional demonstrado pela insegurança e o nervosismo pode dizer ao recrutador que você não está pronto para assumir uma grande responsabilidade. Por isso, evite cometer erros como: levar um acompanhante para esperá-lo após a entrevista, inflar seu discurso com comentários negativos ou colocar-se em uma posição de vítima frente adversidades. Se você tem um bom currículo e suas características correspondem ao perfil da vaga, não há motivo para se preocupar."
Priscila Lara, consultora de Recursos Humanos do Grupo Foco

E nesses tempos de tecnologia, vale ainda mais um lembrete: Desligue seu celular na hora da entrevista!!
Fonte: Universia Brasil

25 de jun. de 2012

Formação técnica ganha destaque entre os profissionais brasileiros

Diversidade de cursos e alta taxa de ocupação são pontos altos de quem opta pela formação técnica.

Quem faz um curso técnico profissionalizante pode entrar mais rápido no mercado, porque a duração dos cursos é menor e a taxa de ocupação é muito alta, chegando até a 90%. Em geral, o público alvo são pessoas cursando ou que já concluíram o ensino fundamental ou médio.

Alguns cursos qualificam o jovem ou adulto a entrar direto no mercado de trabalho, com conhecimento teórico e prático nas diversas atividades do setor produtivo. Há opções que duram apenas dois meses.
Outra opção são os cursos técnicos de nível superior, que formam os tecnólogos. Eles são destinados para quem terminou o ensino médio e quer ter uma graduação. São cursos mais longos, que duram a partir de dois anos.

As áreas mais promissoras são: construção, fabricação de máquinas e equipamentos, produtos alimentícios e bebidas, produtos de metal, produtos químicos e fabricação e montagem de veículos automotores.
Os estados que mais vão gerar vagas técnicas são: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Bahia.

Os números são animadores: até 2014, só o Senai deve matricular mais quatro milhões de alunos por ano em cursos de educação profissional para atender ao mercado. "O mercado precisa cada vez mais deste tipo de profissional. Em 2011, o Brasil gerou quase dois milhões de novos empregos e apenas 6,6% foram de nível superior. Todas as outras vagas demandavam perfis em que era importante saber algum tipo de profissão. Isso mostra a importância da educação profissional. No Senai temos opções de cursos pagos e gratuitos", explica o diretor de operações do Senai, Gustavo Leal.

Em Salvador, o curso de mecânica gera um grande aproveitamento. Hoje, 56% dos alunos estão estagiando. O curso, voltado para quem quer conciliar o Ensino Médio com uma formação técnica, dura quatro anos e ensina, por exemplo, a fazer a manutenção em equipamentos industriais.

Em Porto Alegre, um curso de redes de computadores é outro exemplo de alta empregabilidade: 85% das pessoas que fazem o curso conseguem emprego.

Fonte: G1.com/ Jornal Hoje

21 de jun. de 2012

Sem experiência? Saiba o que colocar no currículo para o primeiro emprego


Selecionar informações é desafio para quem começa a vida profissional.
Especialistas ensinam a fazer uma apresentação atraente.


Preencher as páginas em branco de um currículo pode ser um grande desafio para quem nunca trabalhou e busca sua primeira oportunidade no mercado, como um estágio ou programa de trainee. Como fazer para convencer recrutadores das suas qualidades profissionais, se elas nunca foram testadas? Dá para montar um currículo atraente com tão pouca informação?

Segundo especialistas ouvidos pelo G1, dá. Nesse caso, a recomendação é de que o candidato aposte em três prioridades para ser bem-sucedido: destaque aos estudos (principal atrativo dos jovens profissionais); boa apresentação (texto limpo e esteticamente apresentável) e honestidade.

“Não adianta ficar ‘enchendo lingüiça. Síntese é o principal”, explica Giuliano Bortoluci, diretor de comunicação da Estagiários.com, empresa de seleção de estagiários.

O segredo, segundo Bortoluci, não está no número de linhas que o currículo terá. O importante, diz ele, é chamar a atenção de quem selecionará candidatos, para que você seja chamado para uma entrevista. 

Formação

Se a prática profissional está em falta, recomendam os especialistas, destaque seus principais “trunfos”: sua formação escolar e/ou acadêmica.

“Colocar sempre o que a pessoa tem de melhor, o mais importante primeiro: a área de estudo”, explica Giuliano Bortoluci.

Cursos rápidos e treinamentos também merecem registro no currículo – desde que sejam compatíveis com o cargo pretendido. “Cursos de curta duração mostram o interesse e a curiosidade do jovem. Mostram que ele é ‘fuçador’, curioso, dinâmico”, diz a diretora da Mussi Consultores, Mônica Mussi.

Intenções futuras

Para quem ainda não começou a cursar a faculdade, vale registrar as pretensões e o compromisso com a qualificação no futuro.

“A pessoa pode acrescentar, se vai ingressar em uma faculdade, que curso irá fazer”, recomenda Adriana Viveiros, gerente técnica de recrutamento e seleção da Soulan Recursos Humanos.

Informações desse tipo podem ser apresentadas em um tópico à parte, algo como “Pretensões de aperfeiçoamento”, em que o candidato pode mostrar o que pretende fazer para se especializar.

O importante, no entanto, é não transformar seu currículo em um festival de promessas. “Ele pode colocar uma coisa ou outra, mas não se ‘empolgar’ e colocar um monte de intenções”, diz Bortoluci, da Estagiários.com.

Apresentação

Erros de português no currículo são "inaceitáveis" e podem colocar qualquer processo de seleção a perder, segundo os consultores.

"Boa escrita, boa gramática, boa apresentação. Pedir para alguém revisar o currículo e aprender com a revisão; isso é fundamental", diz Mônica Mussi.

Um bom recurso para amenizar a escassez de informações do currículo inexperiente é a maneira de organizar os dados no editor de texto.

"É importante que ele seja esteticamente agradável, letra em um tamanho bacana, que seja fácil de ler. E é bom centralizar o texto, deixá-lo bem no centro da folha. Uma página está de bom tamanho", diz Mônica Mussi.

Tópicos sucintos e organizados também são importantes. "Tem que colocar informações de modo que o selecionador passe o olho e já consiga vizualizar", afirma Bortoluci

'Hobbies' entram?
Para a consultora Mônica Mussi, incluir um item "informações complementares" no currículo pode ser útil para apresentar atividades extracurriculares interessantes, como esportes ao ar livre (rafting, arborismo) ou preferências compatíveis com a empresa (como hábitos de leitura se a vaga é em uma grande livraria, por exemplo).

Já para Bortoluci, o melhor é guardar esse tipo de informação para a entrevista. " No currículo, é melhor só o que tiver relação com o cargo", diz. "Já atividades filantrópicas e trabalho voluntário são apreciadas hoje em dia e podem ser incluídas".

Auto-elogios

Descrever qualidades como dinamismo, interesse e iniciativa no currículo é prática não recomendada pelos consultores.

Melhor é deixar que os próprios selecionadores identifiquem suas qualidades na entrevista. "Pode soar arrogante", diz Mônica Mussi.

Fonte: G1, em São Paulo
Por: Ligia Guimarães

20 de jun. de 2012

Cursos Gratuitos - Simetria Molibiza

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Veja o que mais reprova candidatos a estágio em processos seletivos !

 

Um levantamento feito pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), entre janeiro e maio deste ano, com 4.464 candidatos, aponta que 62% dos candidatos a estágio foram reprovados nos processos seletivos.

Os erros no teste ortográfico lideram o ranking, com 40%. Na sequência vem o baixo desempenho em raciocínio lógico, com 21%. Nessa etapa, o teste é dividido em três partes: verbal, numérico e abstrato. De acordo com Aline Barroso, supervisora de seleção do Nube, a falta de leitura influencia muito para isso ocorrer.

O mau desempenho na comunicação e no vocabulário durante as apresentações e atividades em grupo representam 12% das eliminações, seguido de falta de competências exigidas pelas vagas, com 10%. “As habilidades variam de acordo com cada oportunidade. Umas exigem criatividade, outras flexibilidade e iniciativa. Entretanto, ter fluência é essencial e as mulheres são as mais desaprovadas nesse quesito”, diz Aline. Segundo ela, erros de concordância, gírias e escorregões no português não são bem vistos no momento das apresentações e atividades em grupo.

O índice de desclassificação na apresentação pessoal é de 7%, e na linguagem corporal, de 5%. “Ou seja, muito alto se levarmos em conta o fato de não ser segredo para ninguém a importância dessas exigências”, diz Aline. A deficiência no inglês vem em último lugar, com 5%. “Saber idioma já não é mais diferencial, é imprescindível”, afirma Aline.

De acordo com Aline, dentro da apresentação pessoal avalia-se a higiene e as vestimentas, já na linguagem corporal são observadas a postura e a educação. “Muitos passam por todos os requisitos, mas acabam sendo desclassificados por falar enquanto seus colegas se apresentam, por não demonstrar interesse na vaga e, principalmente, por pecar na imagem e estar vestidos inadequadamente, com saias curtas ou cabelo bagunçado, por exemplo”, explica a supervisora. De acordo com a pesquisa, quem mais peca nessa etapa são os homens.

Fonte: Globo.com

15 de mai. de 2012

Empregabilidade em Movimento na Cidade de Deus - Sucesso total!

A Feira realizada no dia 14 de maio de 2012 foi um sucesso. Cerca de três mil pessoas estiveram presentes realizando cadastro de seus currículos.

Confira como foi a feira de empregos e oportunidades:










Veja a matéria que o Balanço Geral fez durante a feira:



FONTE: http://videos.r7.com/projeto-oferece-vagas-de-empregos-para-moradores-da-cidade-de-deus-rj-/idmedia/4fb15943e4b0dafd3e4fb7fe.html