1 de ago. de 2013

A Simetria Rh tem uma oportunidade imperdível para você que quer crescer no mercado de trabalho. No Simetria Mobiliza – Somando para a vida – haverá uma série de mini cursos gratuitos com o intuito de levar a você informações para melhor aproveitar seu talento.

Chegou a hora de conseguir aquela oportunidade que você tanto sonhou.

Mas não espere, as vagas estão se esgotando!






18 de jul. de 2013

Como treinar sua mente na entrevista de emprego?



Em nossa caminhada profissional, ouvimos especialistas e pessoas dizerem que o corpo fala. Na verdade, não é o corpo que fala, e sim nossa mente. Nosso corpo, não tem vida própria. Para ele agir, precisa de seu agente, “a mente”. Pesquisas feitas por grandes cientistas mostram que nossas atitudes são reflexos dos nossos pensamentos. Olhando por este ângulo, o nosso corpo é o que pensamos ao longo de nossa vida. Tudo que está relacionado com nosso estilo de vida são frutos do que pensamos. Pensando assim, podemos classificar que nossos pensamentos geram as ações que o corpo irá responder em nosso cotidiano.

Seguindo esse caminho, você será bem-sucedida em suas entrevistas de emprego. Nosso corpo fala quando o nosso pensamento gera nossas ideias. Como: Pensamentos são sementes que produzem palavras; Palavras são sementes que produzem ações; Ações são sementes que produzem hábitos; Hábitos são sementes que produzem caráter; O caráter é a soma de todas as sementes que produzem nosso estilo de viver.

O grande sábio do livro de Provérbios, disse: “Porque, como imaginou no seu coração (mente), assim é”. Isso que dizer que nosso corpo só fala quando nossa mente se expressa, seja de forma positiva ou negativa. 

Diariamente, milhares de pessoas busca uma oportunidade no mercado de trabalho, seja o primeiro emprego, estagio ou recolocação profissional. A pergunta que vem à mente dos candidatos é: Como se comportar durante uma entrevista de emprego? Essa pergunta não é difícil de responder. O segredo está na forma que você pensa. Vou explicar. Se você sair de casa pensando que não será boa sua entrevista, com certeza não será. Nós temos o poder de escolher o sucesso ou o fracasso de nossa vida. Todas as coisas são geradas pelo pensamento. Tudo que nosso corpo produzir é produto do que pensamos. Napoleon Hill, autor de diversas obras, no seu livro (O Poder da Psicologia Positiva) escreveu: “A sua mente tem um poder ilimitado para converter um desejo em realidade”.

Não tenha medo do entrevistador, ele está ali para selecionar os melhores atletas. Sua função é descobrir no meio da multidão os melhores. O cuidado que você precisa ter não é como o entrevistador e sim com as ideais que você está gerando. Se seus pensamentos forem positivos, seu corpo ira responder de forma positiva. Se seus pensamentos forem negativos, seu corpo irá responder negativamente. Quem escolhe quem irá para próxima fase, não é o entrevistador e sim você. 

O papel do recrutador é escolher os melhores para apresentá-los a comissão. Lembre-se: As grandes realizações, só foram possíveis por que pessoas souberam sonhar de forma grande. Richard Bach, em seu livro (Ponte Para o Sempre), dizia: “Para trazer qualquer coisa à sua vida, imagine que já lá está”. Para trazer qualquer coisa à vida, imagine. Faça sua mente trabalhar. Se, imaginar que lá está, você ajuda a tornar realidade o conteúdo da imaginação, nada mais correto do que vivenciar esta realidade em suas conquistas.

Você recebeu o privilégio de ser convocado entre milhares de currículos enviados. Agora é a oportunidade que você tem de dizer para o entrevistador que você é o atleta que ele busca. Isso não é egoísmo. Isso é alta afirmação. Para que isso ocorra, sua mente precisa está sintonizada. Se não, suas palavras falarão uma coisa e seu corpo dirá outra.

Isso só será possível se seus pensamentos visualizar de forma clara a oportunidade. Pense, você tem as mesmas chances que os outros candidatos. Treine sua mente com pensamentos alegres... A alegria gera endorfina para o corpo... Para treinar sua mente, você precisar desenvolver pensamentos positivos. O Dr. Sang Lee, formado em Medicina na Coreia, e especialista em Medicina Interna e Alergia, nos Estados Unidos, afirmou que “A mente e o corpo são um todo. Quando há uma situação alegre, o cérebro libera endorfina”.

Lembre-se, você é um talento! Agora, só depende de você!

Antoniel Bastos

Coordenador de Projetos e Eventos da Simetria Terceirizados e Temporários

10 de mai. de 2013

15 dúvidas clássicas sobre currículos (e as respostas)

De trabalho voluntário até como descrever o grau de conhecimento em inglês: veja as respostas para algumas das questões mais comuns sobre currículos



Mais do que uma simples folha de papel com um resumo básico da sua carreira, "o currículo é o seu patrimônio", afirma Sérgio Sabino, da Michael Page.

Afinal, é a partir das informações descritas naquela página que o recrutador esboçará os primeiros traços sobre seu perfil profissional e, de certa forma, as conclusões preliminares sobre se você é  coerente ou não com a oportunidade profissional em questão. 
Por isso, todo cuidado é pouco ao elaborar seu currículo. Cada pequeno detalhe pode fazer a diferença no resultado final. Veja quais são as questões mais comuns na hora de compor esta espécie de passaporte para o emprego dos sonhos. 
1 Devo ser generalista na hora de redigir o objetivo?
Depende. Em alguns setores é mais fácil delimitar seus objetivos profissionais. Em outros, não. A dica, segundo Sérgio Sabino, da Michael Page, é sempre se candidatar para oportunidades profissionais coerentes com seu plano de carreira. “Quanto mais preciso for isso, melhor para o recrutador”. Mas cuidado para não cair em contradição.
Regra de ouro? Estude o anúncio de emprego com afinco antes de redigir seu currículo. Se o currículo for generalista (daqueles que você cadastra em sites, por exemplo), seja coerente com seu propósito de carreira.
2 Posso usar o mesmo currículo para diferentes oportunidades?
Não. Em uma era que personalização é tudo, a regra é ter um currículo para cada oportunidade. Em outros termos, cada panela tem que ter sua tampa, neste sentido. O ideal, de acordo com especialistas, é ter um currículo base, mas adaptá-lo ou, em termos mais modernos, customizá-lo para cada ocasião – tendo em vista o espírito da empresa e cargo em questão.
3 Como adaptar meu currículo para cada ocasião?
Os pontos mais relevantes da trajetória profissional, salvo algumas exceções, não mudam. O que pode ser mudado são as conquistas que você alcançou em cada passagem profissional. Assim, ajuste para cada versão, os projetos, as conquistas que mais tem relação com o cargo que você pleiteia.
4 Que tipo de conquista vale para o currículo?
Dados numéricos sempre caem bem no currículo. Por isso, quando mais objetiva for a conquista, melhor. “Realizações que reflitam aumento de receita, redução de custos, que ajudem no desempenho da companhia são exemplos”, diz Sabino. “Você tem que mostrar o seu valor”. E a descrição do que você fez em cada cargo não é suficiente para isso. Por isso, invista em dados objetivos que comprovem isso.
5 Como mostrar meu nível de conhecimento em um idioma estrangeiro?
Mentir no currículo é o pior erro que um candidato pode cometer. E isso vale até para as formas mais sutis da mentira: como “dourar” o seu nível de conhecimento em um idioma estrangeiro. Dez minutos de conversa em inglês, durante a entrevista, por exemplo, são suficientes para o recrutador checar se você é fluente ou não. A dica? “Faça uma autocrítica e na dúvida, procure um especialista credenciado para avaliar seu nível de inglês”, diz Sabino.
6 Preciso listar meus hobbies?
Não é obrigatório, mas pode ajudar o recrutador a traçar seu perfil profissional. Afinal, a sua rotina fora do trabalho pode falar muito sobre você. “Os hobbies têm a função de mostrar as suas próprias competências”, diz Sabino. “É mais um complemento para traçar seu perfil”.
7 Que tipo de trabalho voluntário "cabe" no currículo?
Ação de caridade, como doar dinheiro para alguma instituição, não vale. “Se o trabalho é periódico, se você tem comprometimento pode mostrar engajamento e preocupação com a sociedade”, diz Sabino. Mas, segundo ele, tal experiência tende a não ser decisiva.
8 Posso listar minhas principais competências?
“O recrutador é um incrédulo por natureza. Listar suas competências pode ser mais um problema do que uma solução”, diz Sabino. Afinal, quem garante que o recrutador irá concordar com você. Por isso, a dica é, em vez de listar adjetivos que descrevam quem você é, atenha-se aos fatos: escolha dados, experiências e resultados que apontem para tais qualidades. “Deixe este critério de avaliação para o recrutador”, diz Sabino.
9 Ainda não me formei. Como explicar isso no currículo?
Neste caso, a solução é detalhar a previsão de conclusão do curso em questão em vez de escrever a palavra “cursando”.
10 Parei alguns cursos no meio do caminho, devo listá-los?
Não. “Se interrompeu o curso, o ideal é não colocá-lo no currículo”, afirma Elvira Berni, diretora da People on Time. Só vale mencioná-lo se planejar retomar os estudos no curto prazo.
11 Posso omitir algumas experiências?
De acordo com Elvira Berni, da People on Time, passagens muito curtas, de apenas alguns dias, nem sempre precisam ser listadas. “Foque nos cargos que agreguem valor para a sua carreira”, diz.
A mesma regra vale para as experiências profissionais de início de carreira que não foram tão relevante.s “O foco tem que estar nos últimos cinco ou dez anos”, afirma a especialista.
Para não passar a impressão de má-fé (caso o recrutador julgue que a omissão teve segundas intenções), apenas cite as experiências – sem entrar em detalhes -, como sugeriu Renato Grinberg, autor do livro “O instinto do sucesso” em um dos vídeos de carreira.
12 Como escolher as palavras-chave certas?
O método mais eficaz para garantir que o recrutador irá encontrar seu currículo nos sistemas de buscas especializados é investir em palavras-chave. “Selecione os termos mais comuns da sua área de atuação e os que melhor explicam o que você faz, realmente”, diz Elvira. Dica: leia com atenção os anúncios das oportunidades profissionais e repita as principais palavras em seu currículo.
13 Devo colocar a pretensão salarial?
Nesta etapa, entre no assunto “salário” apenas quando for indagado sobre isto. Se o anúncio pede “pretensão salarial”, obedeça-o e liste a remuneração que recebia/recebe no último emprego - a variável deve ser incluída. 
14 Qual a regra para dados pessoais?
Há alguns anos, currículo bom era aquele que listava, em minúcias, todos os dados pessoais possíveis. Estado civil, quantidade de filhos, RG e CPF. Tudo. Tudo ia parar no documento. 
Para os desavisados: esta regra, definitivamente, acabou. No máximo, cite qual seu estado civil e o endereço - sem mencionar número, por exemplo. O foco no currículo são suas qualificações.
15 Preciso colocar foto?  
Já se foi o tempo em que uma foto do candidato era um item tão relevante quanto a formação acadêmica. Mas, em alguns setores e empresas, a imagem do aspirante à oportunidade profissional segue como exigência. Quando a empresa pede por uma foto, nada de escolher uma imagem de viagem. Quanto mais sisudo, melhor.

Fonte: Exame

9 de mai. de 2013

Senso de humor no trabalho é uma competência de destaque

Essa virtude propicia o alto-astral, facilita as relações, abre as portas e diminui as resistências. E, para desenvolvê-lo, basta praticar

As conversas sobre o desempenho de executivos procuram descrever um conjunto ideal de competências, aquelas que garantiriam alta produtividade. As mais conhecidas são foco no resultado, capacidade de execução, capacidade analítica e competência de estabelecer e sustentar relações e alianças.
A minha privilegiada observação do cotidiano, em função da extensão da minha rede de relações depois de anos atuando como professor e headhunter, me permite acrescentar uma competência que é eterna e fundamental: o senso de humor. Não me refiro ao piadismo barato, à gozação agressiva ou ao deboche. 
O humor é uma demonstração clara de inteligência emocional e uma competência que se destaca nas relações profissionais. Falo de sagacidade, de leitura rápida do contexto. Os britânicos riem de supostos diálogos ácidos entre o primeiro-ministro Winston Churchill (1874-1965) e Lady Nancy Astor (1879 –1964), primeira mulher a ocupar uma cadeira no parlamento britânico.
No mais célebre deles, Lady Astor diz: “Se o senhor fosse meu marido, eu colocaria veneno em seu chá”. E Churchill responde: “Madame, se a senhora fosse minha mulher, eu beberia”. Lady Astor, igualmente rápida, também tinha suas tiradas.
Em uma delas, Churchill pergunta com que personagem deveria ir a um baile à fantasia e Lady Astor sugere: “Por que você não vai sóbrio, primeiro-ministro?”. Se esses diálogos ocorreram de fato, nunca se saberá. Mas são ótimos exemplos de pensamento ágil, agudo e bem-humorado. 
O humor propicia o chamado alto-astral, facilita as relações, abre as portas e diminui as resistências. É possível pensá-lo como uma habilidade, aprimorável por meio da prática? Considero o senso de humor uma competência eterna, que se desenvolve ao longo da vida de um indivíduo.
Desde criança a pessoa tem maior interesse (ou é estimulada) a avaliar o contexto, contar histórias e a reproduzir situações. O desenvolvimento de um olhar crítico começa na tenra infância. 
O bom humor é antes de tudo um sinal de que a pessoa está balanceada, que seus sentimentos e opiniões estão equilibrados. A pessoa bem-humorada pensa com o cérebro e sente com o coração. O senso de humor tem de ser perseguido, requer uma abertura para olhar o mundo por vários ângulos, pede uma mente alerta e ativa e em geral se expressa por um gesto milenar e universal: o sorriso. Sorria!

Fonte: Vocesa